A ENASA ENGENHARIA e COMERCIO LTDA está tecnologicamente capacitada a projetar e implantar o reuso de águas servidas, águas pluviais ou, resultantes de um processo de tratamento de esgoto.
A Reutilização dos esgotos tratados ou das águas servidas ou, dos efluentes industriais tratados ou ainda das águas pluviais, para fins “menos nobres”, é regida pela norma ABNT* 13.969/97, a qual define os parâmetros de reuso em função da classificação deste uso/reuso.
Para o reaproveitamento de água pluvial temos a NBR 15.527/07.
* (ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas)
Assim sendo temos:
Classe 1
Lavagem de carros e outros usos que requerem o contato direto do usuário com a água, com possível aspiração de aerossóis pelo operador incluindo chafarizes:
turbidez - inferior a 5;
coliforme fecal – inferior a 200 NMP/100ml;
sólidos dissolvidos totais inferior a 200 mg/l;
pH entre 6.0 e 8.0;
cloro residual entre 0,5 mg/l e 1,5 mg/l;
Nesse nível, serão geralmente necessários tratamentos aeróbios (filtro aeróbio submerso ou LAB) seguidos por filtração convencional (areia e carvão ativado) e, finalmente, cloração.
Pode-se substituir a filtração convencional por membrana filtrante.
Classe 2
Lavagens de pisos, calçadas e irrigação dos jardins, manutenção dos lagos e canais para fins paisagísticos, exceto chafarizes:
turbidez - inferior a 5;
coliforme fecal – inferior a 500 NMP/100ml;
cloro residual superior a 0,5 mg/l;
Nesse nível é satisfatório um tratamento biológico aeróbio (filtro aeróbio submerso ou LAB) seguido de filtração de areia e desinfecção.
Pode-se também substituir a filtração por membranas filtrantes;
Classe 3
Reuso nas descargas dos vasos sanitários:
turbidez - inferior a 10;
coliforme fecal – inferior a 500 NMP/100ml;
Normalmente, as águas de enxágüue das máquinas de lavar roupas satisfazem a este padrão, sendo necessário apenas uma cloração. Para casos gerais, um tratamento aeróbio seguido de filtração e desinfecção satisfaz a este padrão.
Classe 4
Reuso nos pomares, cereais, forragens, pastagens para gados e outros cultivos através de escoamento superficial ou por sistema de irrigação pontual.
coliforme fecal – inferior a 5.000 NMP/100ml;
oxigênio dissolvido acima de 2,0 mg/l;
As aplicações devem ser interrompidas pelo menos 10 dias antes da colheita
O reuso das águas pluviais é controlado e até mesmo obrigatório, sendo regido pelas seguintes leis:
13.276/2002 - São Paulo / SP
10.785/2003 - Curitiba / PR
6.345/2003 - Maringá / PR
A ENASA Engenharia e Comércio tem implantado sistemas de reuso de esgotos, efluentes industriais e das águas pluviais, utilizando-se das mais modernas tecnologias de processos, como por exemplo:
Sistemas combinados:
• Anaeróbios/Aeróbios com a tecnologia leito fluidizado.
• Sistemas de membranas, com a aplicação do processo MBR.
• No reaproveitamento das águas pluviais, utilizando filtração, esterilização por Ultravioleta e/ou Cloração.